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ArchLang, DSL e compilador de plantas: para quem é, primeiro teste em 3 minutos e limites de uso

ArchLang serve sobretudo se você escreve plantas como código-fonte .arch (um agente de IA pode escrevê-lo) e as compila em SVG/DXF/PDF com lint e validação geométrica; o requisito é sua máquina executar @chanmeng666/archlang via npx, no primeiro teste o subcomando context devolve toda a descrição da linguagem numa única chamada, e compile grava o arquivo resultante localmente.

Official source · ArchLang

Install

npx -y skills add ChanMeng666/archlang --yes

Para quem é

  • Serve sobretudo para dois públicos: quem quer que um agente escreva o código-fonte da planta e depois compilá-lo — o posicionamento oficial é «escreva código-fonte .arch, ou deixe um agente de IA escrever» —; e quem precisa obter rápido plantas em SVG, DXF ou PDF, usando lint e validação geométrica para fiscalizar o código.
  • Também serve para quem coloca a checagem de plantas em scripts: describe e validate aceitam saída --json, facilitando julgar por programa o estado do código.
  • Ele mantém plantas como código: o arquivo-fonte é texto puro, as descrições de layout são reprodutíveis e comparáveis, e fáceis de entregar a um agente para alterar; o produto compilado é um arquivo de desenho em formato vetorial ou de documento.
  • Pré-requisitos: todos os comandos oficiais executam um pacote npm via npx, então sua máquina precisa executar npx; o caminho principal de instalação visa às skills de um coding agent, e os subcomandos da CLI rodam no terminal sem acoplar nenhum cliente MCP.
  • Para quem não é, e desconhecidos: as evidências não mostram edição visual nem desenho arrastando e soltando, então não serve para quem quer desenhar em WYSIWYG; nenhum exemplo de sintaxe .arch aparece nas evidências, então o primeiro arquivo-fonte é escrito por você ou por um agente; precisão e conformidade com normas para plantas de engenharia formais, sistemas operacionais suportados e licença seguem sem menção.

Primeiro teste em 3 minutos

Existe apenas um caminho principal: a instalação das skills, em quatro passos.

  1. Pré-requisito: que npx funcione no seu terminal; os comandos oficiais não trazem chaves nem parâmetros de conta, logo não é preciso preparar credenciais. Se exige outra configuração de ambiente, as evidências não dizem.
  2. Instalação: execute npx -y skills add ChanMeng666/archlang --yes para instalar as skills deste repositório no seu coding agent.
  3. Primeiro teste barato: rode npx -y @chanmeng666/archlang context. O posicionamento oficial é «a linguagem ArchLang inteira numa única chamada», de modo que o agente não precisa pré-carregar conhecimento da linguagem. Sinal de sucesso: o terminal imprime a descrição da linguagem. Se o comando acessa a rede e outros detalhes de leitura/escrita, as evidências não dizem.
  4. Conseguir o primeiro produto: com um plan.arch pronto, execute npx -y @chanmeng666/archlang compile plan.arch -o plan.svg --json; o sinal de sucesso é gerar plan.svg localmente e imprimir um status JSON. Note que compile grava um arquivo local — uma gravação local, não uma operação somente leitura —, portanto convém rodar depois de confirmar o conteúdo do código.

Nota secundária (outro caminho oficial, que não fica no mesmo plano do principal): um cliente MCP pode executar claude mcp add archlang -- npx -y @chanmeng666/archlang-mcp, que lança via npx o pacote npm separado @chanmeng666/archlang-mcp e registra um servidor chamado archlang; quais ferramentas MCP esse servidor expõe após o registro, as evidências não dizem.

Casos de uso

Caso um: inspecionar antes de compilar. Cenário: você já tem um plan.arch e quer confirmar que o conteúdo é confiável antes de gerar o desenho. Como fazer: rode primeiro describe plan.arch --json para ver a descrição estrutural, depois validate plan.arch --strict --json para a validação estrita; ambos usam o mesmo prefixo de comando de compile; corrigido o código conforme os resultados, recompile — exatamente o fluxo oficial de corrigir e recompilar. Resultados esperados: descrição e validação em JSON, com problemas geométricos aparecendo antes de o desenho ser compilado. Os dois comandos levam --json, bons para plugar em scripts como checagem prévia à compilação; a estrutura exata de campos da saída de validação não consta nas evidências.

Caso dois: deixar o agente escrever o desenho. Cenário: você não domina a sintaxe .arch e prefere delegar o código a um agente. Como fazer: rode primeiro npx -y @chanmeng666/archlang context para entregar de uma vez a linguagem inteira ao agente — oficialmente sem pré-carregar conhecimento da linguagem —; o agente então produz o código .arch; por fim, o comando compile gera o desenho. O código vem do agente; compilação e validação continuam sendo comandos locais. Resultados esperados: o código e o seu primeiro plan.svg. O posicionamento do projeto suporta saída SVG, DXF ou PDF, mas o comando de compilação copiável literal presente nas evidências cobre só SVG; os parâmetros exatos de saída para DXF e PDF não estão confirmados, não os extrapole por conta própria.

Limites de uso

  • Natureza de leitura/escrita: compile lê plan.arch e grava plan.svg localmente conforme -o, uma gravação local explícita; describe, validate e context não são oficialmente rotulados como ferramentas somente leitura, de context só se diz que imprime a descrição da linguagem, e os demais detalhes não aparecem nas evidências.
  • Credenciais e configuração: nenhum dos comandos oficiais acima inclui chaves ou tokens, nem aparecem informações obrigatórias como nome ou e-mail; se há requisitos extras de configuração de ambiente, as evidências não dizem.
  • Distinção de caminhos: o primeiro teste deste artigo baseia-se nos subcomandos da CLI e na instalação das skills; se o alvo é que agentes dentro de um cliente MCP façam as chamadas, é preciso executar separadamente o comando de registro: os dois caminhos instalam conteúdos diferentes com pré-requisitos diferentes.
  • Efeitos colaterais e pontos de checagem: compile grava um arquivo local, confirme o caminho de saída antes de rodar; não há descrição oficial de como desfazer, portanto não se deve chamar de «reversível». Em que locais exatamente a instalação das skills grava, as evidências não dizem.
  • Os dois artefatos são independentes: a instalação das skills visa ao pacote de habilidades do agente; claude mcp add registra outro pacote npm. A relação entre eles e se dá para instalar apenas um não aparecem nas evidências.
  • Licença, plataformas suportadas, comportamento de rede e limites de dados não constam nas evidências; «não encontrado» não significa «sem risco», e este artigo não tira conclusões de segurança próprias.