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npx -y @modelcontextprotocol/server-gitlabPara quem é
Para quem precisa que um modelo faça gestão de projetos e operações de ficheiros pela API do GitLab, e já consegue emitir um token de acesso pessoal no GitLab. Serve se puder iniciar @modelcontextprotocol/server-gitlab com npx no cliente e aceitar que a primeira chamada escreverá no repositório. Não serve sem token, ou se não quiser que o modelo crie/atualize ficheiros (e crie o ramo automaticamente quando ele não existir). Página oficial: https://github.com/modelcontextprotocol/servers-archived/tree/main/src/gitlab
Primeira tentativa em 3 minutos
Siga só um caminho oficial: execute o pacote oficial com npx e forneça um token de acesso pessoal do GitLab nas variáveis de ambiente do cliente. Não coloque o token na linha de comandos nem no chat.
Pré-requisito: no GitLab, abra User Settings > Access Tokens e crie um token de acesso pessoal com permissões suficientes. Página do token: https://docs.gitlab.com/ee/user/profile/personal_access_tokens.html
Onde instalar e configurar: no cliente MCP, escreva o comando assim:
npx -y @modelcontextprotocol/server-gitlab
Defina também a variável de ambiente GITLAB_PERSONAL_ACCESS_TOKEN com o token que acabou de criar; não preencha um marcador de posição.
Ação de baixo risco: a ferramenta nomeada no trecho é create_or_update_file e ela escreve. Antes de chamar, tenha claros os efeitos colaterais: cria ou atualiza um ficheiro no projeto; se o ramo de destino não existir, o servidor cria esse ramo automaticamente. O ponto de confirmação é um commit novo (e possivelmente um ramo novo) na página web do GitLab, não só a palavra «sucesso» no cliente. Os parâmetros incluem pelo menos project_id (ID do projeto ou caminho codificado em URL); as notas também listam file_path, content, commit_message, branch. Na primeira vez, use um ramo novo de que mais ninguém dependa; não experimente contra o tronco predefinido.
Sinal de sucesso: o projeto indicado no GitLab mostra um ficheiro novo ou uma atualização com a sua mensagem de commit. Se só houver erro de autenticação, volte a Access Tokens, verifique se o token ainda é válido e se o nome da variável é GITLAB_PERSONAL_ACCESS_TOKEN.
Casos de uso
Caso 1: alterar um ficheiro. Corresponde a create_or_update_file. Serve para o modelo confirmar uma alteração de um só ficheiro. Os efeitos colaterais são os mesmos: escrever um ficheiro e criar o ramo se faltar. A evidência não descreve tratamento de conflitos nem force-push; não presuma que pode sobrescrever o histórico remoto de outra pessoa.
Caso 2: gestão de projetos. O servidor posiciona-se como “project management, file operations, and more”. Além de create_or_update_file, o trecho não desenvolve o nome nem os parâmetros de uma segunda ferramenta. Por isso este caso só chega até aqui: operar nas outras ferramentas que o cliente listar de facto; se a lista não tiver uma ferramenta só de leitura para percorrer o projeto, não invente comandos list/search. Pare na escrita de um só ficheiro já documentada.
Limites de uso
Nenhuma ferramenta só de leitura é nomeada. create_or_update_file altera o repositório remoto; a criação automática de ramos significa que um branch errado também deixará um ramo novo no GitLab, a limpar depois.
Basta um token com «permissões adequadas»; o trecho não fixa nomes de scope concretos, não mude o conjunto de permissões por conta própria a partir de outros documentos.
Não é dada à parte uma forma de instalação alternativa; o núcleo do fragmento de configuração oficial é o nome do pacote npx @modelcontextprotocol/server-gitlab. Não escreva um token de preenchimento num ficheiro de configuração. As chamadas atingem a API do GitLab; não é rede zero nem uma fronteira de identidade nula. O “and more” do resumo de funções não é um inventário de ferramentas já listado.