Skills

canvas-design: primeiro a filosofia visual, depois a obra estática

Use quando o utilizador quiser um cartaz ou outro visual estático. Primeiro escreva uma filosofia visual original em .md, depois exporte um .png ou .pdf dominado pelo visual, sem copiar um artista existente.

Official source · canvas-design

Install

Design Philosophy Creation (.md file)

Para quem serve

Use canvas-design quando o utilizador pedir um cartaz, uma obra, design gráfico ou outro visual estático. Produz .png e .pdf segundo uma filosofia de design, e tem de ser original: não copie a obra de um artista existente, para evitar um problema de direitos de autor.

Encaixa melhor se aceitar sair só três tipos de ficheiro — .md, .pdf e .png — e escrever primeiro a filosofia visual antes de a fazer aterrar na tela. O material de origem não dá lista de produtos de agentes nem instalador; não invente um caminho de repositório. A página oficial de descrição é

https://raw.githubusercontent.com/anthropics/skills/main/skills/canvas-design/SKILL.md

Concluir a primeira tentativa em 3 minutos

O caminho recomendado é o primeiro de dois passos; ainda não gere um ficheiro de cartaz. O material de origem escreve: 1. Design Philosophy Creation (.md); 2. expressá-lo na tela (.pdf ou .png). Não há um segundo comando de instalação; não acrescente um instalador que não apareceu.

Pré-requisito: já tem um tema visual estático. Primeiro passo de baixo risco: redigir só a filosofia visual, sem um modelo de layout. A filosofia lê-se por forma, espaço, cor e composição; também inclui imagens, gráficos, formas e padrões; o texto é só o acento visual mínimo. Na filosofia deve repetir-se o ofício: o acabado deve parecer ter levado inúmeras horas, ter sido polido com cuidado e ter saído de alguém do topo do campo.

Escrever um .md cai no disco; confirme o nome do ficheiro e o diretório antes de guardar. Sinal de sucesso: um rascunho de filosofia que não é um manual de paginação, que repete o requisito de ofício e que ainda não exportou png/pdf. Não entre no passo dois antes de a filosofia estar confirmada, nem copie primeiro uma imagem de referência.

Casos de uso

Caso 1: para uma tarefa de cartaz, escrever primeiro a filosofia visual. A saída só pode ser .md. O conteúdo é um movimento visual, não um modelo de colunas. Critério de concluído: no ficheiro veem-se posições sobre forma, espaço, cor e composição, o texto trata-se como acento e o requisito de ofício é repetido. Não incorpore um esboço completo de cartaz neste passo. O material de origem não dá um modelo de nome para o ficheiro de filosofia; não invente um nome obrigatório.

Caso 2: a mesma filosofia aterra na tela. O passo dois gera .pdf ou .png. O acabado deve ser cerca de 90% design visual e 10% texto necessário. É uma escrita em disco: confirme o formato de saída e se iria sobrescrever uma imagem existente antes de exportar. Critério de concluído: a obra na tela mostra forma e cor da filosofia, não um texto explicativo longo. Não copie o estilo reconhecível de um artista vivo ou existente. O excerto não escreve um comando concreto de biblioteca de desenho; não invente um nome de renderizador.

Limites de uso

Saída só .md, .pdf, .png. Primeiro filosofia, depois tela. A filosofia não é um modelo de layout nem uma nota de biblioteca de componentes. A obra na tela é visual primeiro, texto depois. Deve repetir-se o ofício de topo. Copiar obras de artistas existentes é proibido.

Não invente um instalador nem um caminho dentro do repositório. O material de origem não dá ficheiros de fontes, tabela de tamanhos de impressão nem lista de clientes. Confirme antes de sobrescrever um .png/.pdf existente. Além destes tipos de ficheiro, da ordem em dois passos e do requisito de originalidade, este guia não cobre. Se o utilizador quiser um ficheiro de projeto editável ou uma página dinâmica, não um png/pdf estático, não siga este caminho. Antes de o passo um estar confirmado, não exporte em paralelo imagens acabadas de vários tamanhos. Alinhe primeiro a filosofia e depois assuma o risco visual na tela.