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npx rea-agents setupPara quem é
O REA ("Reverse Engineer Anything") entrega capacidades de engenharia reversa a agentes por meio de um servidor MCP: cobre binários nativos, aplicações JavaScript/Electron, assemblies .NET e o comportamento de sites. É indicado para quem precisa analisar diretamente, em conversa, um binário, uma aplicação Electron ou um site.
Pré-requisitos: a máquina precisa ter Node.js 22.x (>=22.23.4), 24.x (>=24.22.1) ou 26.12.1+, além do npm. Para análise nativa, você pode usar instalações de Hopper, Ghidra ou IDA que já tenha; o setup também pode instalar o Hopper por você, mediante aprovação. A análise estática de JavaScript e .NET não exige engines nativas. No Linux, para análise estática de JavaScript/Electron, é necessário ter um ps compatível com procps no PATH.
O REA funciona com qualquer agente que suporte servidores MCP locais; segundo a documentação oficial, o setup suporta Claude Code, Codex, Cursor, Gemini CLI, Grok Build, entre outros. As evidências não indicam quais sistemas operacionais são suportados, nem detalhes sobre formatos de arquivo específicos suportados; recomenda-se confirmar no repositório oficial antes de usar.
Primeira tentativa em 3 minutos
O caminho principal recomendado oficialmente é executar o setup diretamente com npx:
- Confirme que o Node.js e o npm instalados atendem aos requisitos de versão (no Linux, confirme também que o
psestá no PATH). - No terminal, execute:
npx rea-agents setup
- O setup pedirá que você escolha o agente a configurar, mostrará as alterações que fará e solicitará sua aprovação; após a confirmação, ele adiciona o servidor MCP do REA e as instruções de fluxo de trabalho correspondentes, e faz um backup da configuração existente.
- Reinicie seu agente e o REA estará pronto para ser chamado.
Como alternativa, é possível instalar globalmente: npm install --global rea-agents, e depois executar o setup da mesma forma; mas essa é outra via indicada oficialmente — o caminho principal continua sendo npx rea-agents setup.
Para a primeira tentativa, recomenda-se escolher um binário local seu, de baixo risco em termos de valor, para uma tarefa de análise somente leitura — por exemplo, pedir ao agente que descreva a estrutura do binário e seus símbolos exportados. Os nomes exatos das ferramentas e o formato da saída dependem das ferramentas realmente disponíveis dentro do agente; as evidências não os listam item por item. Atenção: o próprio setup modifica o arquivo de configuração do agente escolhido (a documentação oficial indica que é feito backup); leia as alterações exibidas antes de aprovar. A análise nativa, se depender de Ghidra/IDA, exige que você já as tenha instaladas, e aprovar a instalação do Hopper é uma ação que altera o sistema. Quais processos leriam ou executariam o binário durante a análise não está especificado nas evidências — é um ponto desconhecido.
Casos de uso
Caso 1: analisar um assembly .NET local. Envie a tarefa ao agente: "Use o REA para analisar o assembly .NET MyApp.exe e listar os principais tipos e métodos". Esse cenário usa a análise estática de .NET que, segundo a documentação oficial, não precisa de engines nativas como Hopper/Ghidra/IDA e também não depende do ps do procps. O resultado esperado é que o agente, com as ferramentas MCP do REA, apresente uma descrição da estrutura do assembly; o nível de detalhe da saída não foi demonstrado nas evidências.
Caso 2: analisar uma aplicação Electron. Cenário: você quer entender o comportamento interno de uma aplicação Electron. Envie ao agente: "Use o REA para analisar o JavaScript desta aplicação Electron". Esse cenário usa a análise estática de JavaScript; no Linux, confirme antes que há um ps compatível com procps no PATH. O resultado esperado é a análise dos scripts da aplicação. Tarefas semelhantes que envolvam a parte de binário nativo usarão o Ghidra/IDA/Hopper que você já tiver ou o Hopper instalado mediante aprovação.
Limites de uso
- Efeitos colaterais da configuração: o setup modifica o arquivo de configuração do agente escolhido e adiciona instruções de fluxo de trabalho; a documentação oficial indica que é feito backup da configuração existente; a instalação do Hopper requer sua aprovação.
- Ambiente de execução: exige versões específicas de Node.js e npm; a análise estática de JavaScript/Electron no Linux precisa de um
pscompatível com procps. - Dependências da análise nativa: usa o Hopper, Ghidra ou IDA que você já tiver; o setup pode instalar o Hopper mediante aprovação.
- Pré-requisitos do cliente: o agente deve suportar servidores MCP locais; após a configuração, é preciso reiniciar o agente.
- Informações não confirmadas: se a análise lê/escreve arquivos do usuário, executa comandos ou acessa a rede não está especificado nas evidências oficiais; o intervalo de linguagens de texto e binárias suportadas e os sistemas operacionais suportados também não constam nas evidências. Se você tiver preocupações de segurança, verifique esses comportamentos no repositório oficial antes de usar.